
sexta-feira, 3 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011

É como uma ligação mais do que íntima entre seres.
Partilha de cada momento, cada história. Mesmo com as reservas habituais, mesmo com tudo aquilo que não se expressa por palavras, continua a ser uma ligação.
É bela, esta amizade.
Sim, é bela, esta amizade.
Gosto deste género de ligações estranhas, meias torcidas, meias direitas.
Somos mesmo seres estranhos, nós.
Partilha de cada momento, cada história. Mesmo com as reservas habituais, mesmo com tudo aquilo que não se expressa por palavras, continua a ser uma ligação.
É bela, esta amizade.
Sim, é bela, esta amizade.
Gosto deste género de ligações estranhas, meias torcidas, meias direitas.
Somos mesmo seres estranhos, nós.
sábado, 21 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
re-algumacoisa

Ainda não aprendi que, algumas coisas, não devem ser remexidas.
Ainda me falta entender que algumas coisas não re-acontecem.
Ainda me falta entender que algumas coisas não re-acontecem.
Ainda preciso de perceber que o que somos, somos.
E que não fazem falta confusões e palavras que, mais tarde, me irão reenviar para onde estive anteriormente
terça-feira, 19 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Inspiração, abandonaste-me?
É tão esquisito como as palavras prendem, como cada rascunho é amassado e deitado fora, sem olhar para trás, sem lágrimas nos olhos. Não percebo como foste embora e deixaste os meus dedos a empunhar a caneta sozinhos. Procuro-te, em cada sonho, em casa suspiro, em cada sussurro do vento, mas não te encontro.
Já não escrevo como antes, com palavras fluídas, cheias de vida, de imagens, de emoções. Não. Agora quero apagar tudo o que escrevo, vêm-me lágrimas aos olhos só de observar os meus textos medíocres. As minhas palavras evaporaram, talvez por estar demasiado confiante nos dotes de escritora amadora e não treinar, não ouvir silenciosamente as ideias a formarem. Nunca parei de escrever, mas agora já não há palavras. Estranho como, no fim, os sonhos acabam por se perder entre linhas rasuradas e palavras riscadas. Sonho de pena na mão e tinta na folha. Volta, porque sinto a tua falta.
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