sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Yes or No

I had my chance to say yes, and I had my chance to say no.

From now on, I think I'll just say... maybe.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Silly girls

Silly girls, silly girls.
We are the best, because we actually stop to see the world, and we don't believe he's going to stop to watch us.


We are the best, because we sing opera in the shower, and we laugh loud, and we breath the world.
We are the best because we cry harder, we hold on tight to what we want and we love passionately. We are the best because we love our family, and our friends with all the fibers in our body.
We are the best because we think we are fat, but we eat candies because they make us happy.

We are the best, because we eat chocolate, because we dance in the rain, because we dive in the sea, because we like to make funny stuff in our nails, like teardrops, or big smiles, etc.




We are the best, because we scream at the walls and people stare at us. We are the best, because we study, we get angry with our grades, and then we try again and they get better.

We are the best because we love summer nights, and summer love, and summer everything.
We are the best, because our christmas means family and friends, our easter means chocolate, and our summer means beach.

We are the best because we make perfect memories in our heads, because we believe in living


I'm a silly girl and...

...Silly girls, we are the best.

...and fuck the rest!:)

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Era um local sossegado, de risos e choros, e coisas que tais...
... onde casacos e afins ficavam brancos, como um reflexo da paz que se sentia, harmonia entre seres.


Era um local para estar sentado e reflectir, e sonhar e conversar, local de branco puro, que se agarrava a nós.

E depois, era sacudir, e esperar que não ficasse nenhuma manchinha :')

Saudades...

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

The Black Swan


I had the craziest dream tonight. About a girl who was turned into a swan.

But her prince falls for the wrong girl and...


... she kills herself. «The Black Swan»

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Enough...

Não acredito que continuas a aparecer durante a noite, que escuto a tua voz no meio dos meus sonhos e que ela continua a fazer-me sentir bem.

Não acredito que não te fiz desaparecer com um estalar de dedos, não acredito que me abandonaste outra vez quando acordei, não acredito que pude desejar que viesses falar comigo, só porque acreditei naquilo que dizem... Que se adormeces e sonhas com alguém, então esse alguém deitou-se a pensar em ti.



Mas era mentira, caraças! De certeza, porque não viste nenhuma necessidade em esticar os dedos, em tocar nas teclas que encurtam distâncias maiores.

Não viste nenhuma necessidade, mas eu também não.




Estou confusa, quero ver-te e, ao mesmo tempo, quero que acabes por desaparecer da minha mente, como fumo no céu azul. O meu sorriso já não consegue ser postiço, fico com olhar ausente, desejando, esperando, confundindo mais um pouco.



Não achas que já é o suficiente?
Sai dos meus sonhos... Porque eu sei que nunca estive nos teus!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010


Só mais um teste amanhã e acaba por este período.
Não acredito que já esteja no fim, passou tudo tão depressa e, ao mesmo tempo, tão devagar e tão dolorosamente...

A vida anda numa correria, parece que ainda ontem estava a em minha casa a "estudar" Português para terminar em beleza o nono ano e preparar-me para os exames, e agora estou no fim do 1º período do 10º ano, com notas normalíssimas e medíocres.

Nunca mais evoluo... Nunca mais aprendo... Nunca mais esqueço...

sábado, 11 de dezembro de 2010


Como é possível que haja sempre algo que nos faz perder a alegria, que nos obriga a vestir uma máscara de sorrisos amarelos e que nos deita abaixo sonhos (que já sabiamos não serevirem para nada, mas que acalentavam esperança futura), que nos faz sentir que é impossível o nosso dia piorar mais?


Porque é que há sempre uma novidade que tenha a ver contigo, porque é que existem sempre cusquices ditas assim da boca para fora e depois longas conversas a tentar descortinar o que é que eu estou a sentir?

Mas o que é que querem que eu diga? Que, neste momento, só me apetece magoar-te tanto quanto me seja possível, mas que no meu íntimo sei que não consigo?

Que tento dizer a mim mesma que as coisas podem não ser como me dizem, que nem sempre o que as pessoas pensam ou deixam transparecer é o correcto?


Querem que vos diga que me doi a cabeça, que o meu cérebro não está activo, que desde há muito tempo não consigo escrever, que não me apetece cantar ou comer coisas doces?


Okay. Isso tudo é verdade.

Mas uma verdade impensável...

... é que conseguiste magoar-me de novo, mais do que eu pensava que conseguirias.